Destaques

 

 

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Caravela «Bartolomeu Dias», «Boa Esperança» e «Vera Cruz».
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Convertemos parte das nossas instalações para a produção de embarcações de metal.

 

 

 

História

 

Em 1935 Samuel Fernandes do Carmo, avô dos actuais sócios-gerentes, dotado de experiência e técnica reconhecida como das melhores do país consegue impor-se no sector da construção naval em embarcações da pesca costeira. Com o eclodir da 2.ª Guerra Mundial as construções caem quase a zero, tendo então que encerrar a firma.

 

Em 1948 António Gonçalves do Carmo, com a Direcção técnica de seu pai Samuel e a ajuda de seu irmão Francisco, reiniciam a actividade em Vila do Conde, afirmando-se como o maior estaleiro em barcos da pesca costeira portuguesa. Contruindo para todo o país, Angola e Moçambique e com a abertura de novos mercados (Marrocos e Mauritânia) em 1974 tornam-se o estaleiro nacional de maior produção.

Por essa altura foram construídas as embarcações de maior porte para barcos de madeira com comprimentos de 31 metros e 200 toneladas.

 

Em 1980 os actuais sócios iniciam a sua actividade, altura em que o Estado inicia a construção de novos estaleiros na outra margem do Rio Ave, com vista a libertar a zona para um novo arranjo urbanístico e melhorar as condições de trabalho.

 

Em 1987 construímos uma réplica da caravela utilizada por Bartolomeu Dias, o que nos reconheceu a construção de barcos históricos e em 1989 construímos outra caravela denominada "Boa Esperança".

 

Em 1993 mudamos para as novas instalações, procedendo-se a várias transformações na mecanização e na racionalização dos métodos de produção, duplicando o índice de produtividade.

 

Em 1998 atingimos a construção 500, número inigualável por qualquer outro estaleiro até à data conhecido.

 

Em 1999, construímos um barco rabelo "Rota do Douro" com 24,5 metros de comprimento, de forma a manter todas as características tradicionais, mas com as necessárias alterações para o turismo.

 

Em 2001 construímos a caravela "Vera Cruz" e em 2008 uma Nau do Sec.XVI, que flutua na zona ribeirinha de Vila do Conde como navio-museu dos descobrimentos.

 

Nos dias de hoje somos especialistas em réplicas históricas que são o nosso grande cartaz de apresentação, mas também uma firma que procura sempre a evolução e novas soluções atendendo aos recentes desafios.

 

Com a tendência para as embarcações metálicas, convertemos parte das nossas instalações e investimos em maquinaria apropriada para a produção de embarcações em alumínio marítimo e aço, para a pesca da sardinha.